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Truta a Bela Vista

Postado por Educação Ativa sexta-feira, 5 de abril de 2013


Aproveitando o clima de páscoa, uma receita deliciosa com um pescado, que pelo menos no sul do Brasil, está fazendo o maior sucesso.
Para retirar a acidez do tomate, um pouco de açúcar, e para guarnecer, batatas ao murro.
Bom apetite!

Ingredientes:                                                                                 
  • 200 gr de filé de truta
  • 1 dente de alho picado
  • 1 tomate italiano cortado em pétalas
  • 20 ml de azeite de oliva
  • 1 batata média cozida amassada (ao murro)
  • 1 maço pequeno de rúcula
  • sal, açucar, pimenta branca e orégano

Preparo:
Tempere a truta com sal, pimenta branca e coloque para grelhar em uma chapa ou frigideira anti-aderente (se precisar, regue com algumas gotas de azeite de oliva).
Após grelhar, mantenha em local aquecido.
Em outra frigideira, leve o alho para "alourar” no azeite de oliva.
Assim que o alho estiver dourado, junte o tomate em pétalas e salpique um pouco de açúcar, desta forma ele perderá a sua acidez.
Assim que o tomate estiver bem murcho e quase desmanchando, coloque de um lado da frigideira, e junte a bata amassada.
Salpique um pouco de orégano e assim que a batata agregar a tonalidade avermelhada do tomate, junte o maço de rúcula, para dar uma leve murchada.

Montagem: Em um prato raso
Intercale os filés de truta, com a batata, as pétalas de tomate e a rúcula, regando com um pouco de azeite antes de servir.

Receita desenvolvida pelo chef: Wanderlei Gonçalves     
   (Restaurante 50Bar e comidaderestaurante.net)

Argumentação e texto: Wanderchef
Fotos: EduardoBeltramini - Revista Mais Bela


Mingnon ao Vinho do Porto com perfume de tâmaras e damascos

Postado por Educação Ativa terça-feira, 9 de outubro de 2012


Depois de um tempo afastado do Restaurante, onde dei prioridade a outros projetos pessoais, volto com algumas novidades para nossos leitores.
A receita de hoje, é uma das sempre aguardadas idéias do chef Tadeu, que sempre após suas viagens pelo mundo, nos trás as novidades e tendências do ambiente gastronômico.
Depois de sua última viagem ao Marrocos e alguns países europeus, os bons ventos o trouxeram de volta ao encontro dos amigos, e junto à sua bagagem, as novidades... 
A ideia é juntar o sabor marcante de um bom vinho do porto, ao aroma "apimentado" das tâmaras e dos damascos.
O mais complicado no preparo, talvez seja o excesso de açúcares nos ingredientes, já que usamos tâmaras e damascos secos e Vinho do Porto Messias Tawny, porém o resultado final é surpreendente.
A guarnição pedia algo, que não fosse neutro nem marcante em excesso, por isso escolhi o purê de mandioquinha e a combinação ficou agradável aos olhos e ao paladar.
Vamos a ela então...

Ingredientes:


  • 1 tornedo de mingnon (150gr)
  • 100 ml de vinho do porto (Vinho do Porto Messias Tawny)
  • 10 gr de cebola roxa (ralada)
  • 30 gr de tâmaras secas (picadas)
  • 30 gr de damascos secos (picados)
  • 100 gr de mandioquinha
  • 20 gr de manteiga
  • 10 gr de requeijão
  • sal e pimenta á gosto
Preparo:

Aqueça uma assadeira ou frigideira de ferro.
Assim que aquecer, coloque metade da manteiga para derreter.
Em seguida, já com a manteiga derretida, coloque o mingnon já temperado para fritar.
Procure dourar o mingnon em todos os lados, de preferência o mais rápido possível, para que ele não perca o suco interior e a suculência.
Separe o mingnon e escorra o excesso de óleo.
No fundo escuro, que se formou na assadeira, acrescente a cebola roxa para dourar.
Assim que a cebola dourar, junte o vinho e deixe reduzir pela metade.
Acrescente em seguida as tâmaras e os damascos picados.
Acerte o sal, a pimenta, e volte com o mingnon para o molho.
Deixe o mingnon agregar sabor ao molho por 2 minutos e está pronto.
Para o purê, cozinhe a mandioquinha em água e sal, peneire, esprema e junte o restante da manteiga, o requeijão e o sal á gosto.

Montagem:

Em um prato raso monte o purê com uma forma quadrada, ao lado coloque o filé, e sobre ele o restante do molho com as tâmaras e os damascos.
Se desejar decore com ramos de alecrim ou cheiro verde 

Rendimento: 1 porção

Argumentação e texto: wander e fabi

Tapas Espanholas

Postado por Educação Ativa quarta-feira, 4 de abril de 2012





Alguns chamam de entradas, outros de aperitivos e outros até de refeição.
Essas são as "tapas espanholas", preparadas com uma uma base, que pode ser pão fresco, amanhecido ou torrados, geralmente embebidos em azeite Espanhol.
Também se usam bases de frutas, legumes e tudo o mais que sua imaginação e paladar permitir.
A verdade é que se não há uma receita única para a base, imagina então para o recheio.....
Estes podem ser queijos, embutidos, pastas etc,etc e etc...........
Contam os historiadores da gastronomia, que a iguaria surgiu na idade média, onde eram usadas fatias de pão para cobrir as taças e copos usados para beber os vinhos e bebidas, protegendo-os das  moscas e insetos propagadores de doenças.
Não se sabe ao certo como e porque teve-se a ideia de rechear as "tapas" e passar a usá-las como aperitivo ou alimento, mas que a ideia deu certo, ninguém duvida.
Na Espanha, o jantar costuma ser servido bem mais tarde que o nosso, muitas das vezes para lá das dez da noite.
Este talvez seja o motivo de um dos mais tradicionais costumes alimentares dos Espanhóis, sair de bar em bar bebendo um bom vinho, e ao mesmo tempo, deliciar-se com uma deliciosa porção de tapas, geralmente não cobradas pelo estabelecimento.
Hoje para vocês duas deliciosas e práticas receitas de tapas.
Bom apetite!


*Tapas de beringela assada ,com provolone gratinado e tomate agridoce.
Ingredientes:
  • 2 fatias de beringela (sentido diagonal)
  • 2 fatias de provolone
  • 2 metades de tomate italiano
  • azeite de oliva
  • sal, açúcar e manjericão
Preparo:
Regue as duas fatias de beringela com azeite, tempere com sal e leve para assar em fogo 150 graus por 5 minutos.
Em uma assadeira ou chapa, grelhe as fatias de provolone, cuidando para não derreter em demasia.
Tempere as fatias de tomate com azeite de oliva, sal e açúcar, e leve-as em uma frigideira aquecida em fogo médio para murchar.
Cubra a fatia de beringela com o provolone, em seguida o tomate agridoce e decore com manjericão antes de servir.


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*Tapas de pão amanhecido regados com azeite de oliva e coberto com frutos do mar.
Ingredientes:
  • 2 fatias de pão amanhecido 
  • 4 camarões médios (limpos e eviscerados)
  • anéis de lula
  • azeite de oliva
  • orégano
  • sal e pimenta
Preparo:
Regue as fatias de pão com azeite de oliva, e leve ao forno para dar uma leve aquecida.
Enquanto isso, tempere os frutos do mar com sal, orégano e azeite de oliva.
Com a ajuda de uma frigideira ou panela rasa, leve os frutos do mar para "selar" em fogo alto, tendo o cuidado para não exceder no ponto, pois isto deixaria os frutos do mar duros e emborrachados.
Retire as fatias de pão do forno e cubra com os camarões e os anéis de lula.
Se desejar, regue com um pouco mais de azeite de oliva.

Argumentação e texto: Wanderchef
Fotos: EduardoBeltramini

Paella Valenciana

Postado por Educação Ativa





Esta semana, eu e meu colega de profissão Francisco, fomos convidados a preparar alguns pratos Espanhóis, para serem fotografados por uma revista da região.
Claro que não poderia faltar a Paella, famoso prato da cozinha Espanhola.
Conta a história que esta iguaria foi criada entre os séculos XV e XVI, por camponeses que moravam próximos a costa leste Espanhola.
Como o local de trabalho era distante de suas residências, acabavam levando uma paella, espécie de panela larga e não muito funda, onde acabavam preparando suas refeições, geralmente com animais de caça, arroz e pistílos de açafrão, facilmente encontrados nos locais onde trabalhavam.
Com o passar do tempo, a receita começou a se tornar conhecida, e acabou recebendo ingredientes regionais, principalmente os frutos do mar.
Hoje a Paella é quase uma unanimidade, e geralmente é servida em datas especiais, em festas étnicas e restaurantes típicos .
Pra vocês hoje, mais uma versão desta iguaria, de sabor marcante e inconfundível.
Bom apetite!


Ingredientes:

  • 100 gr de camarões médios (descascados)
  • 100 gr de mariscos (limpos)
  • 100 gr de anéis de lula
  • 4 camarões grandes (sem vísceras, mas com cabeça e carcaça)
  • 100 gr de coxinhas da asa de frango
  • 100 gr de lombo suíno (em cubos)
  • 100 gr de cebola (picada)
  • 2 dentes de alho (picados)
  • 1 tomate em cubos (sem pele e sementes)
  • 100 gr de ervilhas frescas
  • 100 ml de vinho (branco seco)
  • 100 ml de azeite de oliva
  • 1 lt de fumê de peixe (receita aqui)
  • 200 gr de arroz agulhinha ou branco
  • 2 pistílos de açafrão ou 60 gr de cúrcuma (açafrão Brasileiro)
  • sal e pimenta á gosto
Preparo:
Dissolva os pistílos de açafrão ou a cúrcuma, no vinho branco e reserve.
Aqueça a paella ou uma panela larga e rasa e coloque o azeite para aquecer.
Tempere os frutos do mar e as carnes com sal e pimenta.
Leve as carnes para serem seladas e fritas na seguinte sequência.
Primeiro o frango, que vai soltar um pouco de gordura.
Retire o frango e reserve em um recipiente adequado.
Em seguida faça o mesmo com o lombo.
Agora com os frutos do mar você vai tomar um pouco de cuidado com o tempo de fritura, tem que ser rápido, para que os frutos do mar não fiquem duros e "emborrachados".
Agora retire o excesso de óleo e coloque a cebola na panela.
Assim que a cebola murchar, junte o alho.
Quando o alho e a cebola já estiverem "corados", junte o tomate em cubos.
Agora junte o arroz, e cubra-o com o fumê de peixe, já aquecido.
É importante que você reserve 200ml deste caldo, para acrescentar no final do prato, se for necessário.
Assim que começar a ferver, junte o açafrão ou a cúrcuma diluída no vinho, e misture bem.
Quando perceber que o arroz já está "Al dente", mas não cozido, junte os ingredientes selados.
Primeiro o frango, depois o lombo, e em seguida os frutos do mar.
Reserve os camarões grandes, para decorar o prato. 
Acerte o sal, junte as ervilhas frescas, e deixe acabar o cozimento em fogo baixo, mais ou menos 5 minutos.
Se necessário acrescente mais fumê de peixe.
Coloque o preparo em uma travessa de porcelana grande, ou sirva na própria panela, decorado com os camarões grandes.

Rendimento: 4 porções

Argumentação e texto : Wanderchef
Fotos: Eduardo Beltramini.

Bacalhau a Gomes de Sá

Postado por Educação Ativa quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012



Segundo contam as histórias, Gomes de Sá, conhecido cozinheiro do Restaurante Lisbonense, sempre pedia que sua receita jamais fosse modificada.
Com certeza, se ainda estivesse vivo, mudaria de ideia.
Não que a receita por ele inventada não fosse boa, muito pelo contrário, é excepcional.
Porém a gastronomia evoluiu, assim como também a maneira de preparar e apresentar aos clientes o preparo, mesmo em uma receita tão tradicional quanto esta.
Na prática, os ingredientes continuam os mesmos, exceto nos casos onde se deixa de lado o leite.
O bacalhau ainda tem que repousar em água, tem que ser separado em lascas e tem que ser "desossado".
No preparo ainda se usa, alho, cebola, azeite de oliva, azeitonas, batatas e ovos.
O que mudou ma verdade foi a forma de montá-lo e em alguns casos a forma de prepará-lo.
Nesta releitura que lhes apresento hoje, a receita é preparada em uma chapa quente ou grelha como alguns a chamam, e condicionadas e servidas em pratos de porcelana, sempre em porções individuais.
Vamos então ao preparo.

Ingredientes:
400 gr de lombo de bacalhau
50 gr de cebola (em pétalas)
2 dentes de alho (em finas fatias)
8 azeitonas pretas (grandes e de boa qualidade)
100 gr de batatas (cozidas al dente)
1 ovo cozido
azeite de oliva
salsa picada
2 ramos de alecrim

Preparo:
Coloque os lombos de bacalhau em um recipiente, onde eles possam ser completamente cobertos com água.
Deixe-os de molho por 15 horas, ou de uma noite para a manhã seguinte, trocando se possível, a água de cinco em cinco horas.
Retire-os então da água, e retire todos os espinhos do lombo de bacalhau.
Agora chegou o momento de você, colocá-lo ou não de molho no leite.
Se quiser um sabor mais suave, coloque o bacalhau para descansar por duas horas, coberto com leite.
Porém, se quiser um sabor mais acentuado, não o cubra com o leite, e passe para o passo seguinte do preparo.
Separe o lombo, em pequenas lascas e deixe de lado por enquanto.
Leve a batata para cozinhar, até chegar ao ponto "al dente", ou resistente ao dente.
Descasque a batata, e corte-as em rodelas não muito finas.
Cozinhe também os ovos, e corte em rodelas não muito finas.
Descasque a cebola, corte-a ao meio, depois em fatias, e separe as pétalas.
Descasque o alho, e corte-o em finas fatias.
Aqueça uma chapa, ou uma assadeira anti aderente.
Regue a chapa com azeite de oliva, e coloque primeiro o bacalhau, para tostar.
Em seguida junte a cebola e o alho, e deixe também alourar, junto ao bacalhau.
Uma dica, procure mexer o mínimo possível no bacalhau, pois quanto mais mexer, mais ele se desmanchará.
Quanto perceber que a cebola, o alho e o bacalhau já estão tostados, junte o ovo, a batata, e misture bem.
Divida esta mistura, em dois pratos que possam ir ao forno, procurando formar uma camada alta e uniforme.
Após montar o bacalhau, junte as azeitonas a mistura, salpique um pouco de sal e pimenta, e leve ao forno 180 graus, por cinco minutos.
Retire do forno, regue com uma boa quantidade de azeite de oliva e decore a montagem com salsa picada e um ramo de alecrim.
Não esqueça de colocar uma base ou prato de cerâmica sob o seu prato, para que ninguém queime as mãos.
Bom apetite!!!!!!!!!!!

Rendimento: 2 porções

Argumentação e texto: Wanderchef

Medalhões de lombo com batatas assadas

Postado por Educação Ativa quarta-feira, 28 de dezembro de 2011


Essa é uma receita ideal, para o fim de ano.
Combina beleza, praticidade e sabor em um só prato.
Apesar do leitão ser a estrela do fim de ano, o medalhão de lombo ocupa com maestria o seu lugar.
Além de porções individuais, essa receita traz batatas assadas, uva passa caramelizada com vinho branco, e um delicioso recheio de ameixa seca, damascos e requeijão.
Vamos então ao seu preparo.

Ingredientes: para 2 porções (ou 4 medalhões)




  • 300 gr de lombo suíno
  • 200 gr de mini batatas (cortadas ao meio) 
  • 50 gr de passas
  • 50 gr de ameixa seca sem caroço
  • 50 gr de damascos secos
  • 100 gr de requeijão
  • 100 ml de vinho branco seco
  • sal e pimenta branca á gosto
Preparo:
Vamos começar abrindo o lombo lateralmente, como se estivesse desenrolando um rocambole ou uma bobina.
Para isso use uma faca com corte fino, e vá abrindo o lombo lateralmente, aos poucos e sempre mantendo a fatia fina.
Tome cuidado para não se machucar com a faca!
Agora que você já abriu o lombo , ele provavelmente está parecendo uma folha de papel aberta.
Tempere com sal e pimenta e deixe de lado por enquanto.
Pique as ameixas, os damascos e junte tudo ao requeijão, mexendo bem para formar uma pasta.
Espalhe esta pasta, uniformemente sobre o lombo.
Agora com cuidado, volte a enrolar o lombo, tomando o cuidado para o recheio não escapar pelas laterais.
Com a ajuda de uma faca, você vai dividir o seu rocambole de lombo em quatro porções iguais.
Agora com a ajuda de uma linha ou de palitos de dente, prenda fortemente os quatro medalhões que se formaram.
A amarração serve para manter os medalhões enrolados durante a sua fritura.
Aqueça uma frigideira ou panela rasa, e acrescente algumas gotas de óleo.
Coloque os medalhões para fritar em fogo médio, sempre alternado os lados do mesmo.
Enquanto isso, coloque as batatas para assarem em forno com temperatura de 160 graus, por mais ou menos 10 minutos.
Não esqueça de temperar as batatas, de preferência com pouco sal e uma pitada de pimenta.
Assim que os medalhões estiverem fritos, retire-os da frigideira e mantenha-os em local aquecido.
Escorra o excesso de óleo da frigideira, junte o vinho e volte ao fogo médio.
Assim que o vinho começar a ferver, junte as passas e espere reduzir  pela metade.
Coloque o lombo dentro dessa redução por 2 minutos e monte o prato.

Montagem:
Centralize os dois medalhões de lombo, ao redor coloque as batatas e sobre os medalhões regue o caldo que se formou com a redução do vinho e das passas.
Bom apetite!



                                                                  Experimente também
                                                                  Feijoada do Catarina



Frango xadrêz

Postado por Educação Ativa segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


Uma das receitas Chinesas, mais apreciadas pelos Brasileiros é sem dúvida o "frango xadrêz.
Talvez pelo sabor diferenciado que o shoyu lhe empresta, talvez por ser uma receita com grande quantidade de nutrientes, ou simplesmente pelo fato de ser de fácil preparo.
O nome dado ao prato, com certeza deve ser pelo fato dos legumes, e do próprio frango serem em formatos de cubos, já que o nome original não tem nada a ver com o dado a receita no Brasil.
Acredita-se, que seja originária da província de Sichuan, onde existe uma receita muito antiga, e muito parecida.
Lá nesta província, ela recebe o nome de "gong bao" .
Muitos também acreditam, que o frango xadrêz, nada mais é do que uma versão abrasileirada do famoso "chop suey" .
Mas deixando de lado sua origem, o interessante da receita é que ela pode ser preparada de várias formas, com ou sem brotos, legumes, pimentões, cebola ou amendoim, depende da casa onde é preparada, do desejo do cliente, e até mesmo da facilidade em encontrar um ou outro ingrediente.
Mas dois ingredientes são fundamentais, o frango e o molho shoyu.
Vamos então ao preparo:

Ingredientes: para 2 porções
  • 200 gr de peito de frango (em cubos)
  • 50 gr de cebolas (em pétalas)
  • i dente de alho picado
  • 50 gr de pimentão vermelho (em cubos)
  • 50 gr de pimentão verde (em cubos)
  • 50 gr de amendoim torrado
  • 300 ml de água
  • 150 ml de shoyu
  • 50 gr de amido de milho (maizena)
  • 30 ml de óleo de gergelim
  • sal e pimenta á gosto
Preparo:

Primeiramente, tempere o frango com sal e pimenta branca.
Dilua o shoyu e o amido na água e deixe na espera.
Aqueça o óleo em uma "wok" ou frigideira não muito rasa.
Com o fogo em temperatura média, leve primeiro o frango para fritar.
Assim que o frango estiver frito, junte o alho, a cebola e logo após, os pimentões.
Quando os legumes e temperos estiverem bem murchos, junte a  mistura de shoyu e amido diluídos em água, sempre aos poucos, até o molho encorpar e ficar com um aspecto aveludado.
Retire o preparo do fogo, acerte o sal, a pimenta e acrescente então o amendoim torrado e se desejar tempero verde.
O acompanhamento ideal é arroz branco, bom apetite!

                                                                    Experimente também
                                                                     Lombinho agridoce

Argumentação e texto: wanderchef
                                           
                                                                                                                                  

Ratatouille de camarões com anéis de lula e polvo.

Postado por Educação Ativa quinta-feira, 15 de dezembro de 2011



Não faz muito tempo, um certo filme infantil apareceu nas telas do mundo inteiro e se tornou um sucesso fenomenal.
Neste filme, um certo ratinho?..isso mesmo um certo ratinho com ambições gastronômicas apresentou  ao público, uma receita quase que desconhecida para a maioria dos mortais, essa receita se chamava "ratatouille".
De origem Francesa do século XVII, percebe-se claramente a influência das cozinhas Espanholas e Italianas nos ingredientes da receita.
Por falar em ingredientes, os principais são a beringela, a abobrinha e o tomate, que de forma alguma podem faltar.
O nome ratatouille, pode se referir tanto a "picar e triturar", quanto a "ragú de beringelas".
O que poucos sabem, é que ao redor de todo o mundo gastronômico, surgiu uma ambição quase que anormal, em fazer uma releitura do prato.
E assim de uma hora para outra apareceram milhares de versões para a agora conhecida receita.
E pra falar a verdade, a maioria delas surpreende, não só pela beleza mas também pela combinação de aromas e sabores, transformando uma receita simples em algo realmente belo e digno de ser chamado de arte culinária.
Resisti o máximo que pude, mas me rendi, e hoje apresento a vocês a minha releitura da agora famosa "ratatouille".


Ingredientes:

  • 4 camarões rosa "gg" ou de um tamanho generoso
  • 50 gr de lulas em anéis 
  • 50 gr de tentáculos de polvo em cubos (já cozidos)
  • 30 gr de abobrinha verde em cubos
  • 30 gr de cenoura  em cubos (cozidas al dente)
  • 30 gr de ramos de brócolis
  • 30 gr de tomates em cubos
  • 30 gr de beringelas em cubos
  • 20 ml de azeite de oliva 
  • 30 gr de manteiga
  • sal e pimenta branca á gosto
Preparo:

Tempere os camarões com sal e pimenta branca.
Aqueça o azeite de oliva em uma frigideira rasa, com o fogo em chama média.
Assim que aquecer coloque os camarões para selarem.
Em seguida acrescente a lula para que também comece a selar.
Agora que os camarões e a lula já estão selados, junte os cubos de polvo já cozidos.
Escorra o excesso de óleo, e volte com a frigideira para o fogo.
Junte agora, primeiro a abobrinha em cubos e espere dourar.
Depois junte a beringela a  cenoura e o tomate em cubos.
Acerte o sal dos legumes neste momento.
Por último abra um espaço no meio da frigideira e adicione a manteiga para derreter e encorporar os sabores diversos.
Para montagem escolha um prato raso e disponha A ratatouille da seguinte forma:
Comece com um camarão, e um pouco da mistura de legumes e frutos do mar.
Depois mais um camarão e mais legumes, e assim sucessivamente, sempre um por cima do outro.
Para finalizar, derreta um pouco de manteiga, com uma pitada de cúrcuma ou açafrão, e regue sobre a montagem.

Rendimento: 1 porção

Argumentação e texto : Wanderchef

Biscoitos de natal

Postado por Educação Ativa quarta-feira, 14 de dezembro de 2011



Assim como a páscoa, o natal é cercado de tradições e lembranças agradáveis.
Festas, alegria, nascimento de Jesus, reencontros e desencontros, enfim, uma data realmente cheia de particularidades.
E o interessante, é que cada pessoa tem a sua história, ou a sua lembrança particular para contar.
Eu por exemplo tenho uma especial....
Quando era ainda garoto, diferente dos outros meninos, o que me causava anseio não era a chegada do papai noel, e junto dele os presentes.
O que me fascinava e ainda me causa água na boca, era o aroma que vinha da cozinha, quando minha avó preparava aqueles deliciosos biscoitos natalinos.
Sempre que eu podia, dava um jeito de surrupiar algum, mesmo sabendo que seria severamente repreendido.
Me lembro bem que ela usava açúcares coloridos, o que deixava aqueles biscoitos de vários formatos e desenhos ainda mais bonitos e desejáveis.
Tentei de várias formas, depois de me tornar um chef, descobrir ou encontrar perdida em algum rabisco a sua receita, mas infelizmente, dona "Vina" guardou tudo a sete chaves.... dentro da sua cabecinha!'
Há pouco tempo, recebi de uma senhora já de idade esta receita.
Diferente da receita que minha avó preparava, esta não leva o tal do"sal amoníaco", mas também nos contempla com um biscoito muito delicioso e com aroma surpreendente.
O preparo da massa, causa um certo desconforto no começo, visto que há a necessidade de usar um pouco de força nos braços, mas o resultado final é compensador.
Lembre-se porém que, quanto mais fina a massa, mais crocante o biscoito.
Quanto mais grossa a massa, mais suculento o biscoito.
Além disso, você pode torná-lo um pouco mais amanteigado, bastando apenas aumentar a quantidade de manteiga, mas sem exagero.
O mesmo acontece com a essência de baunilha, não exagere!
Vamos então a nossa receita.


Ingredientes: para os biscoitos.

  • 600 gr de farinha de trigo
  • 4 ovos
  • 350 gr de açúcar
  • Açúcar confeitado ou confeitos (á gosto)
  • 200 gr de manteiga (em temperatura ambiente)
  • 1 colher (chá) fermento em pó químico (royal)
  • Essência de baunilha (á gosto)
Ingredientes: para o glacê.
  • 2 claras 
  • 200 gr de açúcar
Preparo:
Se quiser primeiramente, bata a manteiga com o açúcar na batedeira, ou então faça assim...
Em um recipiente não muito raso, vá juntando, o trigo depois o açúcar, a manteiga, os ovos e por último o fermento.
Com as suas mãos, vá misturando os ingredientes pacientemente.
Essa massa grudenta do começo, logo irá se transformar em uma massa lisa e homogenia, basta que você mexa e tenha paciência.
Não esqueça, de nesta hora misturar algumas gotas de essência de baunilha, que é o que vai dar o aroma e um sabor especial.
Se necessário, acrescente um pouco mais de trigo.
Após a massa chegar a um ponto de lisa e quase compacta, leve-a para descansar em local resfriado por uns 10 minutos.
Enfarinhe uma mesa ou bancada, e novamente mexa a massa  até sentir que ela está bem "sovada".
Com a ajuda de um cilindro ou rolo, estique a massa até chegar ao ponto desejado.
Se você tiver forminhas de desenhos, corte -a no formato do desenho.
Se não tiver as forminhas, use a borda de um copo, para fazer meia-luas ou círculos.
Coloque os biscoitos em uma forma para assar, dando espaço suficiente para que não grudem um ao outro.
Não há necessidade de untar a forma.
O tempo médio, é de 15 minutos a 170 graus, mas fique atento para que o biscoito não fique torrado.
Enquanto isso prepare o glacê:
Misture bem o açúcar e as claras e leve a mistura para dar uma leve aquecida em uma panela.
Tome cuidado para não deixar ferver.
Leve esta mistura para a batedeira, e deixe chegar ao ponto de picos firmes.
Voltamos então para os biscoitos.
Reti-reos do forno, pincele ou espalhe o glacê sobre o biscoito, e salpique açúcar confeitado ou o confeito de sua preferência sobre o mesmo.
O ideal, é esperar de um dia para o outro até o glacê secar, para então guardar os biscoitos em uma lata ou pote sempre bem fechado, para que o biscoito continue crocante.

Rendimento: mais ou menos 4 dúzias, dependendo do tamanho das forminhas.


Argumentação e textoWanderchef.

Receita de macarons

Postado por Educação Ativa segunda-feira, 28 de novembro de 2011


Não há como não se surpreender com beleza, o charme e o sabor dos macarons.
Multi colorido e em várias versões, este doce quase que desconhecido a alguns anos atrás, está ganhando fama e admiradores por toda a parte a exemplo dos cupcakes.
Sua origem, assim como a de toda receita famosa, é reclamada por várias cidades e regiões, cada uma com um certo romantismo cercando a descoberta da receita.
Na região de Lorraine, conta-se a história de duas freiras da ordem de"Dames du Saint-Sacrement" que devido a uma rígida dieta imposta por suas superioras acabaram inventando o doce.
Na região de Montmorillon, existe uma padaria com uma receita que não é modificada á 150 anos.
A Larousse Gastronomique, cita a criação como sendo de 1971 por senhoras em um convento perto de Cormery.
E apesar de tantas histórias assim, o mais provável, é que a receita tenha vindo junto com Catarina De Médici e seus cozinheiros, quando esta se casou com Henrique II da França, no ano de 1553.
Ao que tudo indica, deve ser mesmo esta a origem, já que o nome macaron deriva de"maccherone", palavra italiana.
No ano de 1830, Pierre Desfontaines (Ladurré Pâtisserie), teve a brilhante idéia de juntar os dois discos de merengue de amêndoas e recheá-los, tornando assim os macarons casados, como os conhecemos hoje em dia.
Vamos então a nossa receita.

Ingredientes: para a massa (30 unidades)
  • 45 gr de açúcar refinado
  • 300 gr de açúcar de confeiteiro
  • 140 gr de farinha de amêndoas ou castanhas de caju
  • 60 gr de chocolate em pó
  • 20 gr de farinha de trigo
  • 5 claras de ovos
  • 30 gotas de corante vermelho ou marrom.
  • Folha de papel manteiga
Ingredientes: para o recheio de ganache
  • 200gr de chocolate ao leite
  • 60 ml de creme de leite fresco (nata)
Preparo:

Peneire o chocolate em pó  a farinha de amêndoas e a farinha de trigo, eliminando as partes não finas.
Leve as claras, junto com o açúcar refinado  para dar uma leve aquecida em fogo médio ,tomando o cuidado para misturar bem.
Leve ainda quente para  bater em velocidade média,juntando o açúcar de confeiteiro a mistura anterior até formar picos firmes.
Um pouco antes de desligar a batedeira, acrescente o corante de sua preferência.
Após desligar a batedeira, acrescente cuidadosamente, a mistura de chocolate em pó, farinhas,  e chocolate ao merengue, sempre com cuidado pára a massa continuar aerada.
Coloque a massa em um saco de confeiteiro, com um bico liso.
Em uma forma coberta com folha de papel manteiga, disponha as 60 bolinhas de massa, que vamos usar para os 30 macarons.
Tome o cuidado de deixar espaço suficiente para as bolinhas não grudarem uma na outra.
Deixe a massa descansar por 20 minutos, tempo suficiente para as bolinhas se transformarem em discos achatados.
Enquanto isso coloque o forno para pré aquecer a 170 graus.
Assim que colocar os discos para assar, diminua a temperatura para 130 graus, e mantenha o forno entre-aberto, com a ajuda de algum utensílio, por 20 minutos.
Retire os discos do forno, espere esfriar e retire-os com cuidado da assadeira.
Para o recheio, derreta o chocolate no micro-ondas ou em banho-maria, juntando em seguida o creme de leite.
Você ainda pode recheá-los com doce de leite, geléias e tudo aquilo que seu paladar e conhecimento permitirem.
Bom apetite!!!!!!!!!!


                                                                   Experimente também
                                                                  Cupcake de chocolate                  

Feijoada do "Catarina"

Postado por Educação Ativa sexta-feira, 8 de julho de 2011


Hoje para nossos leitores, a feijoada do "Catarina"ou do"Catarinense".
A maioria dos restaurantes, prefere serví-la no inverno, afinal uma receita assim tão "pesada" não cai muito bem no verão, apesar de isso não impedir que alguns verdadeiros "heróis" a consumam na mais quente das estações.
Feijoada!!!!!
Impossível não ligá-la a cultura Brasileira e a antiga ideia, de que nasceu em meio as
senzalas e a  escravidão.
Porém, alguns historiadores rebatem esta ideia.
Segundo eles a nossa "feijoada", seria na verdade uma versão mais encorpada, de uma antiga receita Portuguesa, preparada até hoje na  região de Trás os montes.
Mesmo não sendo preparada com o nosso famoso feijão preto, os historiadores ainda acreditam, que essa mesma receita Portuguesa, tenha algum tipo de ligação com a criação da "cassoulet" Francesa  preparada com feijão branco, da "casserola" Italiana e do "cozido madrilenho" Espanhol, preparados com grão de bico.
Assim que chegaram, os Portugueses trouxeram hábitos alimentares da terra natal e entre eles o de preparo da receita, introduzindo a alimentação aos escravos, que ao contrário do que sempre pensamos, não comiam tão mal assim.
No Brasil, acreditam que realmente os escravos chegaram a preparar algo parecido, e não somente eles, mas também os nobres, pois acreditam que alguns dos ingredientes usados na época (fígado, língua, rim e tripas  de porco) eram consideradas iguarias pela nobreza.
Acreditam os historiadores, que por serem a "base da economia", os escravos não poderiam ser mal alimentados, pois isso lhe causaria prejuízos.
Mas foi no século no final do século XIX, que a feijoada como a conhecemos hoje, se tornou famosa.
Tudo graças ao "Mestre Lobo", proprietário do G.lobo, famoso comércio da rua General Câmara, que mais tarde foi fechado.
Outra cozinheira que se tornou famosa pelo seu preparo e ajudou a receita a se popularizar em todo o Brasil, foi "Tia Ciata", mãe de santo e grande conhecida no meio folclórico carioca do início do século XX.
Depois de tanta informação, só nos resta preparar uma bela feijoada, aqui para 70 pessoas, o que é um número razoável de preparo.
se precisar diminua, ou aumente a quantidade conforme o número de pessoas, 
Bom apetite!


Feijoada para 70 pessoas.



Ingredientes: (carnes)
  • 4,5 kg de charque (carne seca)
  • 1,5 kg de torresminho (opcional)
  • 2,5 kg de costelinha suína ripa frescal
  • 2,0 kg de costelinha suína ripa defumada
  • 2,5 kg de paio
  • 2,5 de linguiça mista defumada
  • 2,5 kg de calabresa
  • 2,5 kg de lombo suíno 
  • 2.5 kg de lombo suíno defumado
  • 1,5 de orelha de porco (limpa)
  • 1,0 kg de rabo de porco
  • 2,5 de pé de porco (cortado em 4 partes verticais)
  • 5,0 kg de bisteca fina (mais ou menos 80 gr ou 70 pdçs)
  • 1 ovo por pessoa
Ingredientes: (acompanhamentos)
  • 2 kg de couve-mineira (em finas fatias)
  • 2 kg de farinha de mandioca
  • 1 banana por pessoa para fritar (empanadas com farinha de rosca)
  • 10 kg de feijão (escolhido e lavado)
  • 1 mç salsinha (picada)
  • 1 mç de cebolinha (picada)
  • 1 kg de cebola (picada)
  • 100 gr de alho (triturado)
  • sal
  • 200 ml de  vinagre (para a couve)
  • 900 ml  de óleo de soja (para as frituras)
Preparo:
No dia anterior, escolha o feijão, lave-o e coloque de molho.
Coloque o charque de molho em água, e troque de 6 em 6 horas.
Coloque uma panela de água para ferver, e dê uma leve fervida nas linguiças.
Em seguida coloque o charque e os defumados, nesta mesma água,  para retirar um pouco do sal.
Coloque 7 kg de feijão para cozinhar separados, sem carne, só com a metade do alho e cebola picados.

Nos outros kg coloque para ferver, primeiro  a charque  até cozinhar, depois os defumados
as linguiças e por último os miúdos (orelha, pé e rabo).
Assim que as carnes estiverem frias, corte-as de acordo com o número de convidados.
Misture  o feijão das carnes, com o feijão sem carne.
Acerte o sal, junte o restante do alho e cebola picados e já refogados,e separe um pouco deste feijão para o caldinho.
Por último, junte as carnes, espere levantar fervura e junte o cheiro verde (salsinha e cebolinha).
Sirva com, bisteca frita, ovo frito, arroz branco, aipim frito, couve refogada e farinha, além é claro de saladas frescas (repolho, alface, tomate).
Como sobremesa laranja


Argumentação e texto: Wanderchef      

Tom Collins cocktail

Postado por Educação Ativa terça-feira, 5 de julho de 2011



Sobre a história por tráz da  criação do "Tom Collins cocktail"existe uma romântica e até poética história.
Conta-se que a criação é de um barman chamado John Collins, que no ano de 1890 trabalhava no hotel Limmer`s.
A quem quisesse experimentar o caquetél, propunha algo inusitado... recitava lindos versos de poetas do Reino Unido.
Não se sabe ao certo, se a bebida se popularizou por causa dos poemas ou da então, desconhecida "mistura", oferecida por Collins.
Conta-se ainda que naquele tempo, o gim elaborado no Reino Unido, obedecia ao processo Genever ou Holandês de fabricação e uma das marcas mais consumidas, tinha o nome de "Old Tom", de onde se acredita emprestou-se uma parte do nome do novo cocktail.
Porém os menos românticos Americanos rebatem essa história, dizendo que já no ano de 1878, servia-se em Nova Yorque, uma bebida com o mesmo nome, e citam como prova um livro lançado neste mesmo ano, onde já aparecia a receita.
O nome do livro era "The modern bartender's guide" ou o guia do bartender moderno.
Romantismo ou ceticismo, o importante para nós é a receita, por isso vamos a ela.


Ingredientes:

  • 40 ml de gim
  • 30 ml de suco de limão
  • 80 ml de água com gás
  • 1 colher (chá) açúcar
  • gelo
  • casaca de 1 laranja
  • 1 cereja (com talo)
Preparo:
Misture  o limão,o gim e o açúcar em uma coqueteleira. 
Encha um copo Collins com gelo, despeje a mistura da coqueteleira e complete com água com gás.

Argumentação e texto: Wanderchef                                                                                                                                                                                    

Margarita cocktail

Postado por Educação Ativa domingo, 3 de julho de 2011



Não são poucas, as histórias em torno da verdadeira origem da, ou do  Margarita, e também da forma como se tornou tão popular e conhecida em todo o mundo.
Mas a maioria dos apreciadores deste coquetél  preferem ligar a sua criação a mais romântica das explicações, ambientada no México de 1948.
Segundo eles, uma socialite americana radicada na região de Acapulco, foi confrontada com a ideia de servir em sua casa noturna uma nova criação, digna de ser apresentada ao paladar refinado dos famosos frequentadores, entre eles..........Lana Turner, Fred Mac Murray, Nick Hilton, John Wayne, entre outros famosos Hollywoodianos.
Margarita Sames, não teve dúvidas.....
Decidiu-se em oferecer aos seus famosos clientes, uma "mistura" que habitualmente preparava para si.
A mistura não poderia ser outra, Tequila (bebida Mexicana, preparada com um destilado a base  de agave azul) e Triple Sec, provavelmente Curaçau (bebida Caribenha, preparada com um destilado a base de  cascas de laranja), ou Cointreau, adicionando ainda, suco de limão e sal lardeando a borda do copo.
O sucesso foi tanto, que a receita acabou se tornando conhecida, e preparada por todos os barmens da região, e em homenagem a criadora, o coquetél recebeu seu nome.
Mas a verdadeira prova, de que aquele drink, não foi uma criação comum, aconteceu após a copa do mundo de 1970, quando os seus apreciadores espalharam a receita, aos quatro cantos do mundo.
Vamos então ao preparo da nossa receita.


Ingredientes :
  • 40 ml de Tequila 
  • 20 ml de Curaçau ou Cointreau
  • 10 ml de suco de limão
  • sal
  • gelo
Preparo:
Junte a Tequila, o Cointreau e o gelo em uma coqueteleira, e mexa bem.
Circunde a borda de uma taça,de preferência short drink, com a polpa de um limão.
Coloque um pouco de sal em um prato, e passe a borda da taça neste sal, formando assim uma crosta de sal e limão, ao redor da borda.
Coe a mistura, despejando-a dentro da taça e está pronto seu coquetél.



Argumentação e texto: Wanderchef              

Manhattan cocktail

Postado por Educação Ativa quinta-feira, 30 de junho de 2011



Um dos mais antigos e apreciados coquetéis do mundo, o Manhattan foi provavelmente criado por Lain Marshall, no ano de 1870 , enquanto participava de uma recepção, oferecida ao então candidato a presidente, Samuel Tilden.
Segundo contam, alguns românticos apreciadores do coquetél, Lain teve a idéia de misturar Whiskey, com Vermouth e Angostura (um concentrado de extratos vegetais), e gostou tanto que saiu oferecendo aos convidados.
O resultado, foi que os convidados da recepção gostaram tanto, que não demorou muito para que voltassem ao Clube de Manhattan, local da recepção e da criação do coquetél, que desde então, em sua homenagem, tem este nome..Manhattan.
Segundo os profissionais da área, o preparo ideal é com o Rye Whiskey (whisky de centeio) ou no máximo, um Canadian Whisky, sempre com o Vermouth Seco e a Angostura.
Ao longo do tempo, o coquetél foi sofrendo modificações, e os seus apreciadores foram  trocando os ingredientes originais, pelos similares  de sua preferência.
Mas nem isso fez seu sucesso diminuir, muito pelo contrário, afinal dificilmente encontraremos um barman que jamais o tenha preparado.
Vamos então a nossa receita.

Ingredientes:
  • 3 doses de Rye Whiskye ou Canadian Whisky 
  • 1 dose Vermouth (rossso)
  • 5 gotas de Angostura
  • 1 cereja (com talo)
  • gelo
Preparo:
Dentro de um mixing glass ou de uma taça maior, coloque na sequência, as gotas de Angostura, o Whisky e o Vermouth.
Dê uma leve misturada com uma bailarina ou colher de vidro,  e com a ajuda da peneira, coloque em taça, já com a cereja ao fundo.
Lembre-se que o preparo deve ser rápido, para que o gelo não derreta demais, e muita água acabe se misturando a bebida.
Saúde.


Texto e argumentação: Wanderchef                               

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